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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O mesmo Inter, um novo modelo


O Convergência Colorada, depois de muito estudo, coleta de contribuições junto a profissionais de ponta do negócio futebol e colorados das mais diversas origens, traz a público seu plano de gestão que propõe um novo modelo de administração para o Internacional.

Nosso colorado, fruto de um continuado aumento de gastos no futebol, vive um momento de estagnação de um modelo diretivo e agravamento da sua situação financeira, alerta necessário que tenho feito tomando por base números que são públicos. Logo ali poderemos perder capacidade de investimento. Sei que não é uma afirmativa simpática, mas estou tranquilo por tê-la reportado fundamentadamente ao presidente do clube e ao Conselho Deliberativo.

Estamos propondo que o Inter passe a atuar em sua estrutura a partir da formação de um Conselho de Administração plural que defina grandes metas estratégicas do clube, cobre e fiscalize junto à diretoria executiva a implementação das ações voltadas para o resultado. Para enfrentar um mundo onde competidores como Flamengo e Corinthians no ano de 2015 devem receber cerca de R$ 100 milhões a mais de verba de TV, acreditamos ser vital a imediata adoção de práticas de governança corporativa hoje consagradas no ambiente empresarial que trabalham muitas vezes com orçamentos menores do que o do Internacional.

Não temos mais o direto de ter uma gestão fundamentada no voluntariado, ocupando espaços dos profissionais. A ordem contida no plano de gestão que oferecemos ao Inter é a retomada do planejamento estratégico abandonado, transparência financeira, investimento em tecnologia do esporte, medição de desempenho em todas as áreas, bem como ampliação e diversificação das fontes de receita. Temos que trabalhar para viabilizar e depois erguer um dos melhores centros de treinamento do mundo, valorizando nossa vocação formadora de atletas. Nosso sensacional quadro de sócios precisa de uma nova política mobilizadora que sacuda o Rio Grande para superar a estagnação e avançar rumo aos 200 mil integrantes. O complexo Beira-Rio é uma cidade que nos possibilita novas oportunidades que devem ser pensadas com visão estratégica.

Muito antes do que críticas, o que lançamos são desafios, para que tenhamos um novo modelo de gestão para o mesmo Inter, forte e vencedor no futebol.

*Artigo publicado originalmente na coluna "De Fora da Área" da Zero Hora de 23 de outubro.


Sandro Farias

Conselheiro do Internacional desde 1998, participante do Comitê de Finanças da Gestão 2000/2001, bem como assessor da vice-presidência de Finanças e da presidência desse período. Bacharel em Direito, Ciências Contábeis e com Pós Graduação em Finanças, atua na área de Direito Tributário. É sócio contribuinte e indicado candidato à presidência do Clube em 2010 e 2012. Primeiro coordenador-geral do Convergência Colorada no período de transição e atual coordenador. Liderou o processo interno de produção do Plano de Gestão 2011-2012 e 2013-2014.

Ainda pelo Clube, colaborou na elaboração e apresentação no Conselho do orçamento de 2000/2001, relatórios de Prestação de Contas do período e na elaboração de Caderno de Estudos fundamentando postulação junto a Conmebol e CBF dos critérios para a Mercosul 2000/2001. Em 2008 participou da Comissão Eleitoral e foi conselheiro da FECI para aquele biênio. Foi membro do Grupo de Planejamento Estratégico 2009-2019 do Inter e participou da elaboração do relatório sobre isenção de tributação municipal do projeto Gigante Para Sempre. 


Twitter: @SandroSFarias
Facebook: sandro.farias.50

terça-feira, 30 de outubro de 2012

As URNAS são mais importantes do que as ARCAS

Neste momento do Colorado vejo dois objetos que representam o período eleitoral. Arcas e urnas são coisas que conceitualmente são parecidas quanto ao uso e quanto à forma. Ambas servem para guardar ou carregar coisas.

Uma arca bem conhecida é a de Noé: Deus resolveu administrar o mundo de outra forma, mas antes optou por limpar o planeta através de um grande dilúvio. Noé era o único homem honrado no seu tempo, daí Deus lhe ordenou construir uma grande ARCA para salvar sua família e representantes de todos os animais e aves.

Urnas também são objetos com finalidade próxima das arcas. As funerárias guardam restam mortais outras são as coletoras de votos, das cédulas que representam a democracia.

Na eleição do Colorado, metaforicamente, vejo a chapa da situação como a grande ARCA, um grande navio comandado pelo histórico Fernando Carvalho. A sala de comando é do MIG – Movimento Inter Grande – e tal qual um navio de cruzeiro os demais passageiros são acomodados nas diversas cabines de primeira até as demais classes. O importante é que todos realizam o cruzeiro, participam das festas, dos jantares. Mas se um passageiro observar um furo no casco do navio nada poderá fazer. O comando é de um só. De um grupo só. Coração Colorado, DNA Colorado, Inter Sempre, Alma Colorada, Inter Maior, Colorado Eu Sou são os passageiros desta ARCA.

De todos estes movimentos os dois primeiros são aqueles que mais expõem suas ideias. Cada um deles tem aproximadamente 25 conselheiros. Geralmente suas propostas miram um Clube Profissional com Governança Corporativa. Ideias e projetos muito próximos ou parecidos aos do Convergência.

Outra Arca menor está capitaneada pelo ilustre Colorado Luís Antônio Lopes. Esta coligação do União Colorada, Ação Independente Colorada e Mais Inter, somado com o líder Vitório Píffero para vice de futebol, nasceu de uma dissidência da ARCA maior e possui, aproximadamente, 70 conselheiros.

O Convergência Colorada, com Sandro Farias para presidente e João Patrício Herrmann para o Futebol, desde 2010 conduz um barco em Movimento com 65 conselheiros.

No primeiro turno, a cláusula de barreira, 25% dos Conselheiros, é uma regra do estatuto do Clube e neste caso uma chapa deve atingir 87 votos. É público que a Grande ARCA tem votos suficientes para ganhar a eleição. Luigi será o Presidente e o vice de futebol continuará Luciano Davi.

No dia 15 de dezembro teremos a voz das URNAS. Certamente uma urna coletará votos para renovar 150 vagas no Conselho Deliberativo. Faça chuva ou sol, naquele dia os 75.000 Sócios Colorados poderão comparecer para a escolha de 150 Conselheiros. Mas o sócio deve saber que uma chapa ao Conselho só renova a administração se tiver no mínimo 15% dos votos. Esta é outra cláusula de barreira.

Quanto à escolha do Presidente, por força da esmagadora maioria de conselheiros dentro da GRANDE ARCA, não teremos a escolha pelos sócios.

Pode mudar?

Sim. Com a alteração do Estatuto.

Por isto, no dia 15 de dezembro, o voto do sócio será fundamental no destino do Clube. A URNA deve ser o principal objeto para a democracia do INTERNACIONAL. A administração do Clube e seu Conselho Deliberativo deveriam ser sempre escolhidos pelo voto direto do sócio com cláusulas de barreira menores.

Para que nosso estatuto seja alterado, no dia 15 de dezembro, vote no CONVERGÊNCIA COLORADA.

Assim as URNAS dos sócios serão mais importantes do que as Arcas dos Conselheiros.


Vitor Saydelles
Sócio colorado desde 1997, sob a matrícula nº 8970.00, é bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, advogando desde 1986.

“A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas”. Mario Quintana. 

Twitter: @vitorsaydelles

Pau na concorrência!

domingo, 28 de outubro de 2012

Profissionalização para mais estabilidade no Clube

A cada dois anos, sempre que ocorre eleição para escolher o mandatário do Inter para o biênio seguinte e para renovar 50% das vagas eletivas do Conselho Deliberativo, surge a discussão sobre possíveis problemas decorrentes desta transição política. Discutimos a consequência, mas esquecemos da causa. Isso muda o foco do que realmente é importante debater neste momento que antecede o pleito colorado. 

A profissionalização na gestão dos clubes de futebol no Brasil ainda engatinha. Orçamentos acima de 200 milhões anuais são geridos de forma semiamadora. Há quem diga que já existe uma administração profissional. Confundem remunerar cabos eleitorais e parceiros de grupos que dão sustentação política com profissionalização. Quando muda a gestão, na maioria das vezes, estes “profissionais” são substituídos por outros “profissionais” alinhados com o novo presidente e levam o know-how do período que estiveram no Clube. Outro lado nefasto desta nomeação política é ausência de indicadores de desempenho. A manutenção no cargo ocorre por lealdade ao seu grupo político e não pela capacidade profissional.

Se tivéssemos uma administração profissional com gestores contratados no mercado, especialistas em suas áreas, a história seria diferente. Sem ligação com grupos políticos, as principais áreas do clube como Financeiro, Marketing, RH, TI, entre outras, permaneceriam estáveis na troca do presidente. A permanência dos profissionais estaria associada a sua competência no desempenho de sua função. Ao clube interessa se os resultados e metas estão sendo atingidos e isto pode ser facilmente mensurado. Com estabilidade nas áreas administrativas, o presidente poderia focar naquilo que é mais importante para o Clube, e que é sua razão ser: futebol.

Não há dúvida, que algumas mudanças ocorreram nos últimos anos. Antigamente existiam dezenas de vice-presidências espalhadas pelas diversas áreas do Clube. Eram verdadeiros feudos que não se conversavam entre si por representarem diferentes correntes políticas. Quem era do marketing e pertencia ao movimento “A” não cooperava com o administrativo por que este pertencia ao movimento “B” e assim por diante. Embora externamente, os discursos eram alinhados para manter o status quo. A tão propalada unificação ou pacificação que acalmava os ânimos de quem desejasse ter uma carteirinha de Diretor de Alguma Coisa.

Quando o Convergência Colorada dá tanta ênfase para o profissionalismo não é por acaso. Foi feito este diagnóstico do Sport Club Internacional e foram levantados estes problemas. Mas o Convergência foi além, e apresentou uma solução alternativa e inadiável para esta forma de administração ultrapassada. O resultado pode ser obtido no seu Plano de Gestão. Sugiro a leitura do documento para discutirmos sobre ele nos posts futuros. Nada é perfeito ou acabado e o Plano do Convergência não tem esta pretensão, por isto o feedback é sempre bem-vindo.

É compreensível que o torcedor só se manifeste politicamente após os resultados dentro de campo ao longo do ano. Se ocorrem vitórias, as manifestações são favoráveis ao grupo que comanda o Clube, mas a opinião muda quando as derrotas acontecem. Espera-se, no entanto, que o sócio entenda que o momento para se manifestar é quando existe o processo eleitoral. O resultado dentro de campo é decorrência das práticas administrativas. Por isso insisto na ideia de que as eleições são boas para o Clube, ao contrário do que possa parecer. É a oportunidade de discutir formas de gestão que propiciem um crescimento sustentável ao longo dos anos, seguindo sua senda de vitórias.


Adir Carlos Rodrigues 
Sócio colorado desde 1999, matrícula 004406.00 e conselheiro desde 2006. Graduado em Administração, Pós-graduado em Segurança da Informação, Servidor Público Federal. 

 "Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o ultimo instante seu direito de dizê-la" (Voltaire). 

Twitter: @adirpoa
Facebook: Adir Carlos Rodrigues

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A profissionalização do Departamento de Futebol

O grande mote do plano de gestão do Convergência Colorada é a profissionalização do Sport Club Internacional, reduzindo a participação voluntária. O departamento de futebol, com certeza, é o que merece maior atenção, por ser a atividade-fim do clube.

Na estrutura atual do departamento de futebol há uma sobrecarga de trabalho do Vice-Presidente, sendo ele o responsável por uma imensidade de tarefas, as quais, em regra, têm que dividir com a sua atividade profissional, não podendo dar dedicação exclusiva ao clube. Por esta razão que no plano de gestão do Convergência Colorada inclui a proposta de redimensionar o cargo do Vice-presidente, compartilhando as suas atividades com dois profissionais, sendo um da área administrativa/negocial e o outro da área técnica.

O Vice-Presidente será a representação do torcedor no departamento de futebol, sendo o responsável pela liderança do processo de elaboração das estratégias e definição de prioridades, bem como avaliar o desempenho dos profissionais deste setor. Ainda, será ele o responsável pela interação com a imprensa, torcida e demais órgãos políticos do clube, reduzindo a exposição dos profissionais, evitando o desgaste da imagem destes, permitindo, assim, a realização de um trabalho de longo prazo.

O profissional da área administrativa/negocial, que no plano chamamos de Diretor Executivo, será o responsável pelas negociações de jogadores, renovações de contrato, além das atividades administrativas do departamento de futebol, tais como registro de atletas nas federações, logísticas de viagem, controle de orçamento, promover o relacionamento com o departamento de marketing do clube para melhor aproveitar a imagem dos jogadores.

O profissional da área técnica, que no plano de gestão chamamos de Diretor Técnico, será o responsável pela integração de áreas como preparação física, medicina esportiva, odontologia, fisioterapia, fisiologia, entre outras. Ainda, será o responsável pela avaliação técnica no elenco profissional e das categorias de base, aprimoramento do sistema de scout e prospecção de jogadores, além de ser o guardião da correta aplicação do modelo de jogo do clube.

Dessa forma, entendemos que haverá uma customização das atividades da cúpula do departamento de futebol, na qual cada atividade será exercida por especialista da área política, executiva e técnica atuando de forma integrada, mas sem haver sobreposição ou sobrecarga de atividades, restando devidamente representada a paixão e o profissionalismo, sempre na busca do objetivo único, a conquista de títulos.



Marcos Marino 
Sócio colorado desde 2004, sob o nº 037576.00. Graduado em Direito, e Conselheiro do Clube desde 2010, tendo sido Diretor das Categorias de Base do INTERNACIONAL em 2010. 

Twitter: @marcos_marino

Correm os anos, surge o amanhã, radioso de luz varonil! 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Qual é o projeto?

Acompanhando e participando das movimentações políticas do Inter, já que o futebol nos deixou num "nível zumbi" até o fim do ano, em que apenas o campeonato que nos resta será vencer o último greNAL no estádio Olímpico, começo a fazer um balanço do tanto que aprendi nesse tempo de Conselho Deliberativo e bastidores de um Clube de futebol.

Conheci pessoas da política que fizeram muito e outras nem tanto, vi interesses pessoais, interesses de movimentos políticos, mas também alguns interesses do bem do colorado que é o que deveria ser o objetivo comum a todos que por esse mundo gravitam.

O momento atual me remete principalmente a um modus operandi que não mudou no Clube e que é tão prejudicial, ainda mais num momento onde se fatura algo em torno de 200 milhões de reais/ano, gasta-se em igual ou maior proporção. Falo simplesmente de ajustar espaço entre uma e outra coligação, pra gerir um clube de futebol.

O modelo permanece o mesmo desde que entramos nesse mundo em 2008. Grupos políticos através de seus líderes negociam espaços e/ou cargos. Tu tens tantos conselheiros no teu grupo, ganhará tantos lugares na gestão ou nominata, tu tens menos ganhará menos espaço, na gestão e na nominata.

Acordados estes espaços, somente depois irão discutir um projeto em comum a todos, algo que, sinceramente na minha visão, é que não deixa o Clube avançar no seu sistema administrativo e de futebol.

O que acontece então: ajusta-se, acredito eu, um esboço no qual a partir dele tentam fazer a engrenagem funcionar (talvez funcione de inicio por ter de funcionar, mas duvido que com 100% de aproveitamento em termos de tempo espaço das coisas acontecerem). Logo adiante, aquela distribuição do espaço, começa a refletir na força das pessoas ou dos movimentos e aí o que vimos é a forma sistemática e inevitável de um racha político do Clube, que deixa além de feridas abertas um reinício, quase que como começar do zero.

O pequeno grupo que participei antes de adentrar nesse mundo, o movimento INTERnet/BV sempre discutiu um caminho inverso. Por que não se discutir um projeto e ai sim, agregar aqueles que pelo projeto ou forma de pensar de forma natural se atraíssem, sem que houvesse um desvio de rumo, seja pela vaidade, seja pela força politica, seja pelo Eu, Fulano e Beltrano?

Pois bem, podemos ser aquele cara que nada contra a maré, mas em termos lógicos difícil abandonar essa ideia de que só assim um dia possamos avançar de fato nessa questão e ampliar muito mais a gama dos debates.
Na terça, ontem, o movimento Convergência Colorada apresentou o seu Plano de Gestão, documento esse que pode não interessar a alguns diante do fato de que querem ver é o futebol propriamente dito, pode não interessar a quem diga que é só teoria, mas pra mim e pro grupo que doou parte do seu tempo, em pesquisa e participação para confeccioná-lo vale muito, quem sabe mais uma vez consigamos tornar esse documento uma mudança para as próximas eleições, já que nessa a coisa promete ser como sempre foi e como sempre terminará mais adiante.


Adalberto Penteado Gonçalves 
Sócio colorado desde 2004 nº 03958600, empresário do ramo de Autopeças, da Cidade de Canoas/RS. Conselheiro desde 2008, eleito pelo então Movimento INTERnet/BV, secretário da Associação e Consulado do Inter de Canoas.

Twitter: @goncabarun

"O Inter é uma mistura de sentimentos, dos quais jamais se pensa abandonar!"


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Eleições no Internacional e no Portoalegrense - democracia, participação e projetos

Ao acompanhar o processo eleitoral no Portoalegrense, enxergamos um pouco mais a grandiosidade do SPORT CLUB INTERNACIONAL.

Alguns desavisados da mídia bradaram que era a maior eleição direta para presidente de clube de futebol no Brasil. Este engano ocorreu por não terem buscado os dados da última eleição Colorada.

O primeiro fato a ser sublinhado no pleito no Portoalegrense: teve 33 mil sócios aptos a votar e compareceram às urnas 13.500 mil eleitores, portanto números inferiores aos do SPORT CLUB INTERNACIONAL em 2010 frente aos 57 mil sócios aptos a votar com 17 mil que foram às urnas.

Observa-se que no INTERNACIONAL a Democracia é um valor mais antigo resultando daí processos eleitorais transformadores do Clube.

A maior participação dos sócios no destino do INTERNACIONAL é uma conquista de movimentos políticos, diga-se de passagem, alguns compondo na atual direção, juntamente com vários conselheiros do Convergência Colorada ao defender a proporcionalidade no Conselho Deliberativo. Em 2010, lutaram pelo voto por correspondência e agora em 2012 defenderam importante avanço democrático através da eleição via internet. E ainda há espaço para novas conquistas.

O segundo fato que veio à tona nesta eleição do tricolor e que realça a grandeza Colorada foi a qualidade dos candidatos azuis.

Na disputa estavam duas personalidades que estão fundidos na história moderna do Portoalegrense.

Koff e Odone são dirigentes que apareceram politicamente no clube da Azenha no início da última década de 80 do milênio passado. Bellini, mais novo, representa um movimento que atua há quase uma década.

Mas por que dois ícones da história tricolor se submeteram ao pleito?

Simples: bem próximo da Azenha, NÓS existimos. Ali na Beira do Rio e, antes, na rua Silveiro, no glorioso Eucaliptos, existe um Clube que se renova.

No final dos anos 90 e início do novo século pouco mais de 3.000 sócios Colorados souberam inovar democraticamente no Clube e a partir do ano 2000 surgiram novos dirigentes.

A fricção de novas ideias trouxe ao INTERNACIONAL a possibilidade de criarmos um pedaço da história rubra que resultou na conquista dos grandes títulos. Contrariamente apregoado por algumas vozes de grandes dirigentes nossa história nasceu em 1909 e não em 2002.

Esta primeira década do milênio, importante e vitoriosa, conforme já afirmou o Conselheiro Convergente Adir Rodrigues é um ciclo a ser superado.

E, como fazê-lo?

Daí ressaltamos um terceiro conjunto de fatos que apareceram na eleição dos azuis relacionados aos programas/projetos de gestão dos candidatos.

Do candidato Odone, por situacionista, não há registro de um programa; o projeto do movimento de Homero Bellini nasceu com sua candidatura e, conforme promessa de campanha, as ideias serão ofertadas ao novo presidente. O projeto de gestão do vencedor Koff apareceu de forma sintética sobre o qual afirmaram que sua a totalidade permaneceria em segredo até o final do pleito.

Mais uma vez os azuis correram atrás de um modelo inovador proposto em 2010 pelo INTERNACIONAL. Naquele ano pela primeira vez um Plano de Gestão a ser oferecido aos eleitores foi registrado e entregue ao Clube.


A inovação veio com o Convergência Colorada. Um plano construído por inúmeros sócios os quais, anonimamente, portanto sem personalismos, trouxeram novos conceitos para o INTERNACIONAL concorrer mundialmente com outras associações esportivas.

Construir e valorizar as ideias e doá-las ao Clube é um princípio do Convergência.

Trabalharemos para que um expressivo número de sócios participe do pleito a fim de decidir o futuro do INTERNACIONAL.

E é por isto que hoje será lançado nosso PLANO DE GESTÃO antes do anúncio dos nomes dos nossos candidatos. Não importam as personalidades e sim o projeto com novos conceitos e a capacidade dos dirigentes em implementá-las.

Seremos, sempre, exemplo para outros Clubes porque Correm os anos e surge o amanhã radioso de luz, varonil.

Vitor Saydelles
Sócio colorado desde 1997, sob a matrícula nº 8970.00, é bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, advogando desde 1986.

“A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas”. Mario Quintana. 

Twitter: @vitorsaydelles

Pau na concorrência!

sábado, 20 de outubro de 2012

Fim de um Ciclo

Consenso
Muito se fala em formar uma chapa de consenso para definir o futuro presidente do Inter. O argumento principal é que uma eleição poderia agravar ainda mais a situação periclitante, pela qual o Clube atravessa. Aos desavisados, pode até parecer que os causadores da crise estão preocupados em evitar algo de pior para o Inter. No entanto, a diferença entre o chamado consenso e a eleição direta entre os sócios para escolher o nome que comandará o Colorado no próximo biênio é apenas quanto ao critério de escolha. Enquanto na eleição direta o presidente é escolhido pelos mais de 75 mil sócios, no consenso quem escolhe são os dois ex-presidentes Carvalho e Píffero. Com todo respeito ao fantástico trabalho feito por eles no Clube, 75 mil sócios darão mais legitimidade ao futuro mandatário.

Eleição
Ao contrário do que se ouve por aí, eleição não é prejudicial para nenhuma instituição. É sim o momento oportuno para discutir questões relevantes sobre o presente e para projetar o futuro. O confronto de ideias, como defende o Convergência Colorada, é salutar no fortalecimento democrático deste que é o Clube do Povo e no aprimoramento da sua cultura gerencial. O debate em torno de projetos e formas de gestão, oxigena as ideias e provoca uma reflexão na busca de conceitos mais modernos de gestão. Pelo nível de maturidade dos principais grupos políticos colorados, é muito improvável que o debate descambe para acusações pessoais ou ofensas. As eleições tem mostrado isso de forma cada vez mais evidente.

Renovação
Assim como a natureza, as organizações também têm seus ciclos de vida. A duração deles depende da capacidade que a organização tem de se renovar constantemente. Quanto mais perto da morte corporativa uma organização estiver, mais profunda e radical deve ser esta renovação. No Inter os sinais são evidentes de que estamos vivendo o final de um ciclo. Um ciclo que foi vitorioso, campeão de tudo, mas que se exauriu. Outro ciclo vitorioso ocorreu na década de 70 e culminou com o tricampeonato invicto. O hiato entre eles foi duas décadas, de amargura e sofrimento. Quanto tempo perderemos para começar um novo ciclo? Espero que a sombra do campeão de tudo tenha duração menor que o tri-invicto. É a lei da vida. O antigo dá lugar ao novo e entra pra história.


Adir Carlos Rodrigues 
Sócio colorado desde 1999, matrícula 004406.00 e conselheiro desde 2006. Graduado em Administração, Pós-graduado em Segurança da Informação, Servidor Público Federal. 

 "Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o ultimo instante seu direito de dizê-la" (Voltaire).

Twitter: @adirpoa
Facebook: Adir Carlos Rodrigues

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O bom, o mau e o feio

Por Adalberto Gonçalves, conselheiro do Sport Club Internacional

O BOM

Necessitávamos como nunca dessa vitória. O time colocado em campo foi competitivo pra se sobressair e passar por cima de até até mesmo a falha de Muriel ainda no início da partida. O desencantar de Forlán em duas oportunidades, a única oportunidade de Damião traduzida em gol no pós jogos olímpicos e o oportunismo no bate e rebate da sobra para o Josimar afundar a chulapa do goleiro mais odiado de 11 entre 10 colorados na atualidade, fizeram a tarde do domingo o alento para a tão apreensiva torcida colorada.

Mesmo que tentássemos desvincular a necessidade dos 3 pontos de uma possível atuação convincente, havia o incentivo a mais, em ter em Dorival ex-técnico de insonsa passagem pelo Beira-Rio estar na casamata adversária. Afora isso, havia um piranhar da imprensa devido ao golpe que lhe tirou do cargo, sendo substituído por quem o havia contratado e lhe dava (ou esperava-se que) suporte, o atual treinador da equipe colorada e ex-executivo de futebol, Fernandão.

Fernandão triunfou, no mérito do elenco colorado e na incapacidade de Dorival em ler os defeitos do time que até tão pouco havia treinado. Foi uma vitória em dose dupla.

O MAU
A insatisfação com o aparente desleixo coletivo, dificuldades e incapacidades, numa mistura de direção de futebol e grupo de jogadores, fez com que a pressão aumentasse sobre os jogadores. Alguns não assimilaram bem, quando no meio da semana no desembarque no aeroporto responderam perigosamente na mesma moeda , enquanto, ao mesmo tempo, um grupo de torcedores exagerou na truculência, desmedida durante o treino de sexta-feira.

O efeito dá uma certa ou falsa impressão de que o ânimo dessa partida e movimentações na escalação, mais precisamente na saída do contestado e multicampeão Bolívar, fosse tirado do time e também da partida. Com isso, Moledo antigo (novo) titular foi colocado novamente na equipe ao lado de Índio, este ultimo jogando por conta da lesão de Juan.

Quanto a Bolívar, sua dispensa foi atribuída a uma gripe e um temor de que uma virose se propagasse em outros jogadores. Mas difícil, quase impossível não ter nesse resultado a combinação da ação versus reação feita pelos torcedores de forma presencial e também nas redes sociais.

Agora a expectativa fica por conta dessa decisão crucial, que já nas próximas partidas veremos o efeito de levar o jogador novamente (e deve) ao banco de reservas. Isso, em parte, causa um certo temor de que as coisas estejam sendo conduzidas perigosamente de acordo com o andar da carruagem e não por convicção.

O FEIO

Pressionado e contestado na função de Vice de Futebol, Luciano Davi começa a ter um histórico perigoso de declarações. No episódio de cobrança dos torcedores com a agressão de um profissional de imprensa, declarou ser uma cobrança normal de torcedores. Ao saber da agressão, resolveu se retratar dizendo não saber do fato.

Em algumas declarações tem se perdido em assuntos relacionados ao maior rival local, Grêmio. Já rebateu diretor remunerado Pelaipe, comentou assuntos acerca da Arena e até mesmo de eleições do adversário.

No domingo, mais uma vez, proporcionou o desnecessário, de forma intencional ou não, declarando de forma dúbia que a saída de componentes do grupo a qual pertenço, o Convergência Colorada, e que formaram outro movimento e estariam fazendo parte da próxima gestão (dando a eleição como jogo jogado?). De forma subentendida nesta colocação parecia ser um episódio recente, mas que na verdade os tais dissidentes só fizeram parte do Convergência quando o grupo ainda era uma coalizão e não do atual Movimento, afirmado e com estatuto próprio.

Pra aumentar ainda a forma depreciativa, relatou que o Movimento INTERnet/BV (que foi um dos movimentos da fusão Convergência Colorada) quando obteve 23 cadeiras do Conselho Deliberativo em 2008, foi perguntar para ele "o que a gente faz agora?", dando um entender que naquela eleição, o grupo foi um ajuntamento criado para o processo eleitoral, desconhecendo que o Movimento já tinha dois Conselheiros eleitos em 2006 e fazia uma rotina de reuniões e palestras sobre gestão e sobre a política colorada.

Inclusive lá em 2006 e 2007 já debatia assuntos que somente de forma recente são inseridos na organização do Clube, como por exemplo planos de fidelidade e de estrutura profissional, que ainda hoje precisam de uma maior e melhor formatação, haja vista a contratação e dispensa do CEO anterior e a contratação de um superintendente com algumas limitações de ações e que, segundo dizem, parece também estar com os dias contados.

Apesar da experiência no campo político, como o próprio dirigente se auto define, o melhor é que comece a se ater no campo único e exclusivo do futebol, já que se o mesmo demonstra - apesar da vitória de ontem -num rumo ainda instável. Sob pena de poder certamente se perder nas declarações e no foco principal, como tem se perdido nas diversas situações como por exemplo relatadas acima.

Publicado originalmente no blog Arena Vermelha

terça-feira, 15 de maio de 2012

Obrigado, Bi-Campeão!


Foto: Alexandre Lops/InternacionalRumo ao enea...

A pergunta de alguns é: quanto vale ganhar o campeonato gaúcho?

Outros, na defesa da modernização do calendário do futebol brasileiro questionam se os campeonatos estaduais devam ser mantidos.

Uma pesquisa realizada pela Pluri Consultoria revelou que os Gaúchos ponteiam a fidelização por seus clubes, ou seja, 97,2% torcem por times do nosso Estado. Seguem os cariocas, 96%; os paulistas, 94,8%; os mineiros, 63,4% e os pernambucanos, 60,4%.

Com a pressão do mercado do futebol, os campeonatos estaduais estão ameaçados.

Devemos resistir ou pensar um campeonato diferente. Um Gauchão diferente.

Em tempos idos o Sport Club Internacional e outros clubes da Capital disputavam uma liga citadina para depois jogar com o campeão do Interior. O Guarany de Bagé tem duas taças.

O campeonato gaúcho guarda a nossa cultura. A cultura de um povo pampeano miscigenado com nossos ancestrais europeus e africanos. Uma cultura que não nega suas raízes e coloca o Rio Grande do Sul em primeiro lugar quando os torcedores se identificam com um clube do Estado.

O lema do grande catalão é: "Muito mais que um Clube". O Barcelona é o que é por respeitar e cultivar sua raiz e sua tradição fundamentado na cultura do seu povo.

O Gauchão não é só um produto mensurável monetariamente pelo mercado entretanto, pelo viés do princípio de gestão do Convergência Colorada, o qual enuncia que o Clube deve sustentar o futebol e não o futebol deva sustentar o Clube, também o campeonato Gaúcho deve ajudar a sustentar seus protagonistas. Sob este conceito temos que repensar o Gauchão mas não eliminá-lo do nosso patrimônio cultural.

Particularmente este bi-campeonato me deu algo inestimável. Um bem intangível e transcendental que não pode ser mensurado em dinheiro ou figurar como um dado estatístico.

Na saída do Beira-Rio, olhei para meu filho Rodrigo, um guri de 13 anos que estampava no rosto um sorriso de orelha a orelha. Esta imagem para mim não tem preço e tenho certeza que milhares de Colorados tiveram sopros de felicidade em seus corações com este bicampeonato.

E de mão dada com ele, prá disfarçar minha marejante emoção, perguntei: filho, tu sabes o que é um enea campeonato?... e daí saltavam em minhas memórias um grenal roubado em 77, um octa, um hepta, um hexa...

Vitor Saydelles – Sócio Colorado

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Evento dá largada na campanha

O Galpão Crioulo do Parque Gigante, em Porto Alegre, recebeu cerca de 300 colorados na noite de segunda-feira, dia 13, para o lançamento da campanha eleitoral do projeto Convergência Colorada. O grupo, que vai concorrer com uma chapa para a eleição de 50% do Conselho Deliberativo, recebeu conselheiros, amigos, simpatizantes e colorados em geral para dar partida às ações que vão culminar no pleito marcado para 4 de dezembro.
O coordenador executivo do Convergência, Sandro Farias, conclamou o associado a participar do processo eleitoral. “Só é possível participar com força na eleição do maior clube de futebol do mundo se todos nós trabalharmos juntos”, disse Farias no evento. O conselheiro pediu que os simpatizantes do Convergência tenham iniciativa para procurar informações e assumir tarefas. “Quanto mais nós trabalharmos juntos, maior será a chance de levar a nossa mensagem ao associado do Internacional. E não é uma mensagem vazia. Tem conteúdo. Temos mais de 300 horas-técnicas de trabalho no nosso plano de gestão”, disse Farias sob aplausos.
Entre gols do colorado no telão e abraços, os convidados puderam se conhecer melhor, trocar ideias sobre o futuro do Internacional e planejar ações para a disputa de dezembro.
Arthur Caleffi, vice-coordenador do Convergência, destacou a união do grupo. “A capacidade deste exército, com planejamento e visão, nos colocará no patamar desejado. Ou seja, crescer no Conselho e registrar para o que viemos nestas eleições”, disse o conselheiro.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Ajude a fazer o Inter que você sonha!



Caro colorado,
O projeto Convergência Colorada precisa de você.
Representante de três grupos políticos do Conselho Deliberativo do Internacional, o Convergência Colorada está montando um projeto para modernizar a gestão do clube e tornar o Inter cada vez mais forte e vencedor. E quer fazê-lo com a sua participação direta.
O que você gostaria de mudar no Inter? O que precisa ser melhorado? E o que deve ser mantido? Pense no Internacional que você sonha construir e envie suas ideias e sugestões diretamente para os representantes do Convergência Colorada através do e-mail sugestoes@convergenciacolorada.com.br
As propostas serão levadas ao "Plano de Gestão" do Convergência Colorada, que busca tornar o nosso Internacional cada vez mais profissional sem afastá-lo de seu maior acionista – o torcedor. Participe você também e mostre que não é só na arquibancada que a voz da torcida faz a diferença na busca de novas conquistas.
Contamos com você!
Atenciosamente,
Sandro FariasConselheiro do Internacional e coordenador do Plano de Gestão do Convergência Colorada

segunda-feira, 24 de maio de 2010

O Inter em primeiro lugar




O Convergência Colorada, projeto apresentado recentemente, é uma nova proposta política para o Internacional. Uma proposta que privilegia o debate sobre projetos para o futuro do Clube, e não apenas em torno de pessoas ou de improdutivas pré-candidaturas. Desde o final de 2009, conselheiros dos Movimentos INTERnet/BV e InterAção, além de boa parte de conselheiros que ficaram independentes após a dissolução do Movimento Inter2000, têm debatido sobre a forma como é conduzida a política do Clube e como podemos tentar fazer diferente, maximizando a importância de debater o Internacional e minimizando a importância de debater as pessoas que o conduzem.

Os grupos políticos, tradicionalmente, agrupam-se em torno de líderes, e não de ideias. Dessa forma, fomentam-se diferenças entre os grupos que, muitas vezes, são inexistentes. O debate político do Clube passa a ser sobre o passado, e não sobre o que realmente interessa: seu futuro. E esse futuro passa inevitavelmente pela consolidação da Democracia no dia-a-dia do Clube, valorizando seu imenso quadro social; da profissionalização de qualidade da gestão, focada em resultados, não em compromissos políticos; e pela superação da prejudicial necessidade de venda de jogadores, buscando sempre um futebol campeão.

É com base nessas premissas que estamos construindo nosso projeto, buscando apoio e colaboração de sócios e conselheiros capacitados e que estejam dispostos a superar diferenças e a valorizar aquilo que realmente interessa para todos nós: o crescimento constante e sustentado do Internacional. Esse projeto será oferecido para o julgamento dos sócios colorados como alternativa democrática viável e de qualidade, fazendo do período eleitoral um momento de debate e crescimento do Clube, que é de todos nós que amamos suas cores – e que deve sempre estar em primeiro lugar.

Conheça um pouco mais em nosso site: www.convergenciacolorada.com.br


pelo Conselheiro Guilherme Mallet, um dos coordenadores do Convergência Colorada

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Convergência Colorada



Nasceu. Há poucos instantes foi divulgado o lançamento de uma coalizão de Movimentos do Sport Club Internacional, denominada Convergência Colorada. Os Movimentos envolvidos são o INTERnet/BV, o InterAção e alguns conselheiros antes vinculados ao hoje extinto Inter2000, que deixou de existir logo após as eleições de 2008.

Agora, estamos com "o bloco na rua". Mãos à obra. Fazem parte do Convergência 82 conselheiros do Inter, além de associados e torcedores do Clube. Nossa proposta é para a eleição que ocorrerá no final de 2010 para Presidente e Conselho Deliberativo.

As discussões não foram feitas do dia para a noite. Estamos conversando há meses sobre o Convergência. Muito trabalho já foi feito, mas isso é somente o começo. Teremos muito, mas muito trabalho pela frente. Estamos todos engajados nesse projeto e acreditamos muito naquilo que defendemos. Não somos contra ninguém, somos a favor do Inter. É isso que buscamos, melhorar nosso Clube cada vez mais. Sabemos que a atual gestão possui méritos, mas existem algumas coisas que precisam ser aprimoradas, outras criadas e muitas debatidas.

É para isso que "nascemos", para debater o Clube de forma responsável e crítica. Nossa proposta é a de fazer uma nova política, discutindo ideias e projetos em vez de pessoas, algo histórico e corriqueiro em nossa história centenária.

Primeiro vêm as pessoas e depois se montam os projetos. Não é isso que propomos. É exatamente o oposto. Em primeiro lugar virão os projetos e as ideias, para depois aparecerem potenciais candidatos. Acreditamos que somente assim poderemos fazer uma política coesa e diferenciada.

O primeiro passo foi dado. Que venham os demais.

Luiz Caldas Milano Junior
Conselheiro do Movimento INTERnet/BV

Convocação: Coletiva de Imprensa


Aviso de coletiva de imprensa
Nesta segunda-feira, será lançado oficialmente um novo projeto político para o Sport Club Internacional: o Convergência Colorada, que representa a coalizão de três grandes grupos de conselheiros e torcedores do clube.
O projeto será apresentado durante uma coletiva de imprensa no Edel Trade Center (Av. Loureiro da Silva, 2.001), a partir das 17h. Contamos com sua presença para conhecer de perto os detalhes dessa mobilização que vai engrandecer ainda mais a história do Internacional.
Serviço
Coletiva de imprensa do projeto Convergência Colorada
· Segunda-feira, 10 de maio, às 17h.
· Auditório do Edel Trade Center – Av. Loureiro da Silva, 2.001.